Sinopse:
E se a sensação de que somos mais do que aquilo que vemos não fosse uma ilusão, mas uma pista?
Em A Fonte que se esqueceu de Si, Jaìr A Paùlétto conduz o leitor por uma jornada filosófica, espiritual e existencial sobre a consciência, a experiência humana e o mistério de estarmos aqui.
Sem exigir crença prévia, sem recorrer a dogmas e sem reduzir o ser humano a uma simples máquina biológica, este livro propõe uma quarta via: a de que talvez não sejamos fragmentos perdidos de uma realidade maior, mas expressões específicas da própria Fonte, vivendo a experiência concreta de ser alguém, em um corpo, em um tempo, em uma vida.
A partir de imagens simples e poderosas — o prédio, o andar, o elevador, o prisma, a luz e a cor — a obra constrói uma teoria profunda sobre o esquecimento, a identidade, a limitação, a dor, o amor, a criação e a consciência. O esquecimento, aqui, não aparece como queda, erro ou punição, mas como o mecanismo que torna possível a experiência: para que a Fonte saiba o que é ser uma parte, precisa temporariamente esquecer que é o todo.
Ao longo dos capítulos, o leitor é convidado a atravessar perguntas antigas com um olhar novo: de onde veio tudo? O que é a consciência? Por que nos sentimos separados? O que muda quando percebemos que talvez sejamos mais extensos do que imaginávamos?
Este não é um livro de respostas prontas. É um percurso. Uma construção de pensamento onde cada pergunta abre a próxima porta, e onde a conclusão não é imposta ao leitor — emerge